A comunidade de Engenho d’Água, no setor de Glaura, conheceu no sábado (21) o projeto de restauro da Capela de Santo Antônio, a ser concretizado com recursos liberados pelo Conselho dos Direitos Difusos do Estado de Minas Gerais. Presidido pelo secretário Wander Borges, o Conselho aprovou o projeto elaborado pela Secretaria Municipal de Patrimônio e Desenvolvimento Urbano de Ouro Preto, sob a coordenação dos arquitetos Cristina Cairo e Guilherme Ataíde.

Os recursos são da ordem de R$157 mil, destinados ao Conselho da Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, que se responsabiliza pela execução, ao lado da Associação de Moradores e com o apoio da Prefeitura de Ouro Preto.

O prefeito Ângelo Oswaldo participou do encontro e saudou a comunidade de Engenho d’Água pela união em torno da iniciativa, que mereceu o apoio de todos, lembrando que a reforma da antiga Escola Celina Pereira já havia garantido espaço adequado para a Associação. Destacou a atuação da historiadora Maria Agripina Neves, autora de livro sobre a história da localidade, e de Helton Aguiar Neves, da Fazenda Engenho d’Água, onde se desenvolve um dos mais importantes programas ambientais no município de Ouro Preto, tomado como exemplo nacional. Elogiou também a Paróquia de Cachoeira do Campo, por estimular as comunidades na preservação de seu acervo de arte sacra e cultura.

Padre Oldair de Paulo Mateus, presente ao ato, falou sobre a soma dos esforços e o resultado positivo das parcerias estabelecidas. Maria Agripina Neves enfatizou o empenho do secretário Wander Borges no atendimento à comunidade de Engenho d’Água.

A presidente da Associação de Moradores, Márcia Antônia da Cruz, demonstrou a alegria dos moradores e demais amigos do Engenho d’Água, dizendo que as obras começarão em breve. A capela data de meados do século XIX e foi inventariada pela Prefeitura como bem histórico.

Assessoria de Comunicação Social
Prefeitura de Ouro Preto